LETREIRO


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WWF

sábado, 13 de março de 2010

Hora do planeta

O WWF-Brasil lançou o Hora do Planeta 2010, alerta contra o aquecimento global. O evento ocorrerá no dia 27 de março, das 20h30min às 21h30min. Refletores do Cristo Redentor, praia de Copacabana, Arpoador e Igreja da Penha serão apagados.

Em 2009, milhões de brasileiros apagaram suas luzes e mostraram sua preocupação com o aquecimento global. No total, 113 cidades do País, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta. A mobilização para o evento já começou, por meio do site www.horadoplaneta.org.br. No site pode-se obter mais informações.

Pnuma alerta para degradação ambiental no Haiti

Despejo de entulhos, eliminação de detritos municipais e resíduos hospitalares são alguns dos problemas atuais.


Por Daniela Traldi - Rádio ONU

O Haiti enfrenta grande desafio ambiental dois meses após o terremoto. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, o país já tinha o maior índice de degradação ambiental do Caribe e o tremor de terra só piorou a situação. O despejo de entulhos, a eliminação de detritos municipais e resíduos hospitalares são alguns dos problemas atuais. A agência da ONU ressalta a necessidade urgente de restauração do sistema de saneamento.

O Pnuma também alerta para a ameaça às florestas, já que houve aumento da demanda por produtos para reconstrução. Há planos para a recuperação de incineradores e o início de unidades de biogás, que poderão utilizar lixo para gerar eletricidade. O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, afirma que quase 495 mil crianças e 198 mil mulheres grávidas foram afetadas pelo terremoto no Haiti.

O Unicef informa que todos correm o risco de desnutrição e uma ação de alimentação de emergência foi lançada em conjunto com o Programa Mundial de Alimentos, PMA, na capital Porto Príncipe. Pelo menos 53 mil crianças e 16 mil grávidas devem receber suplementos. A agência da ONU diz que está trabalhando nos acampamentos para a abertura das escolas na primeira semana de abril. O Unicef afirma que já registrou 500 crianças desacompanhadas e separadas dos pais.
Rádio ONU, parceira da EcoAgência

http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=noticias&id=VZlSXRFWWNlUsRmeOdVMXJ1aKVVVB1TP

Ciclistas peruanos se despem em defesa do meio ambiente

LIMA — Mais de cem ciclistas participaram, neste sábado, de um passeio nudista - ou quase - em defesa da preservação do meio ambiente e para promover a bicicleta como meio de transporte alternativo, constatou um jornalista da AFP.

Em meio ao pelotão de ciclistas, apenas meia dúzia de homens teve coragem de aparecer como veio ao mundo, várias mulheres pintaram o corpo e outros decidiram usar fantasias e roubas de banho.

O passeio ciclístico, celebrado em uma avenida do centro de Lima e acompanhado pela polícia, visou a sensibilizar a população sobre as vantagens da bicicleta.

Os ciclistas pediram às autoridades da capital que instalem mais ciclovias em uma cidade de oito milhões de habitantes e com altos índices de contaminação ambiental. Além disso, exigem mais rigor com os motoristas que não os respeitam.

A bicicleta não polui, é um meio de transporte muito eficiente, é econômica e saudável, destacaram os integrantes da organização 'cicloaxion' (cicloação), organizadores do ato.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

A insustentável defesa do verde

08/02/2010
Waldir Serafim

Desde a Conferência sobre Hábitat Humano, realizado em Estocolmo em 1972, antecessora imediata da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que a humanidade debate a condição de habitação na terra, ressalta-se em todos os encontros, já realizados sobre o tema, a dicotomia entre desenvolvimento econômico versus preservação. Reconhecem todos que a biosfera está dando sinais de exaustão e, que se permanecermos inertes, caminhamos céleres para um desastre ambiental que porá em risco a própria existência de vida na terra.

Reconhecer a necessidade de ação não é o mesmo que agir. O primeiro é conceitual, estático, intelectual, enquanto o segundo é factual, dinâmico e operacional. Mas então porque, se todos concordam com a necessidade de agir, não o fazem? O que falta para a humanidade passar da fase conceitual para a factual?

Nós aprendemos ainda nos bancos escolares que para resolver um problema, primeiro temos que equacioná-lo bem; uma equação mal feita pode dar qualquer resultado, menos o correto. O que está errado na equação do problema desenvolvimento econômico versus meio ambiente, é a não consideração de que os dois lados da equação são primariamente conflitantes. Ou seja, a preservação ambiental é, sim, uma restrição à eficiência econômica do sistema, quer queiram ou não os ambientalistas mais radicais.

É da natureza do sistema de produção capitalista procurar maximizar a produção e conseqüentemente o lucro; e isso envolve a exploração máxima dos bens naturais. Já a preservação ambiental, além de representar uma restrição a essa eficiência, provoca aumento dos custos de produção, passando a preservação a ser um problema econômico.

Ora, vivemos num ambiente de economia global, onde cada país procura aumentar sua produção, com vistas a melhor atender as necessidades de seus habitantes ao tempo em que concorrem entre si na busca da conquista de maior posição entre as nações.

A produção de alimentos reveste-se de uma característica especial: seu cultivo se dá na terra e, com a população mundial aumentando, aumenta a necessidade de comida e, por conseguinte, mais áreas são incorporadas no sistema de produção, além, é claro, de tecnologias apropriadas. Daí que a concorrência entre a necessidade de mais áreas para plantar e a necessidade de sua preservação, tornam essas áreas um bem econômico de alto valor de mercado e como tal deve ser tratado.

Qualquer madeireiro sabe quantos metros cúbicos de madeira podem ser extraídos. Da mesma forma, um produtor sabe quantas sacas de soja, ou quantas sacas de milho, ou quantos quilos de carne podem ser produzidos num hectare. Logo, é fácil de calcular qual o valor de mercado de um hectare de terra em produção. Mas, quanto vale um hectare de mata preservada? Existem centenas de estudos que atribuem valor à mata preservada, mas valor ambiental, não valor econômico.

A essência da solução do problema é responder às seguintes perguntas: quem vai pagar o preço da preservação? quanto vai pagar? quem vai receber? Não adianta jogar a fatura para: “ao Deus dará”. É um problema de mercado e como tal, repito, deve ser tratado.

Se o problema não for encaminhado dessa maneira, em termos econômicos, teremos mais e mais reuniões, e todas frustrantes tais qual a COP-15, de Copenhagen.

Enquanto isso caminhamos céleres para o nosso fim.

http://www.odocumento.com.br/artigo.php?id=1872

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Juramento.

No momento que me tornar um academico de engenharia:
Prometo solenemente dedicar minha vida às festas da faculdade.
Darei aos meus veteranos a cerveja e a grana que lhe são devidos.
Participarei do ambirifest sem consciencia ou dignidade.
A saúde do meu fígado será minha última preocupação.
Mesmo após o fim das viagens, repeitarei os segredos que a mim foram confiados.
Manterei, por todos os meios ao meu alcance, a miscigenação entre os periodos da faculdade.
Os meus colegas serão meus irmãos.
Não deixarei de exercer meu dever de festejar em função de doença, crença, condições sociais ou economicas, provas de calculo, álgebra, geologia ou qualquer outra.
Não terei respeito absoluto pela engenharia civil e sempre farei uso dos meus conhecimentos contra esse barco de piratas.
Faço essas promessas solenemente, livremente e sob a minha honra.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

domingo, 8 de novembro de 2009

País deve abandonar meta ambiental

Em vez de metas de redução de gases de efeito estufa, o Brasil deve ter uma carta de intenções que mostraria o "esforço voluntário" para combater o aquecimento global, como a redução do desmatamento da Amazônia em 80% até 2020 e ações nos setores industriais e da agroindústria. Ao fim de mais uma reunião ministerial ficou claro que o País caminha para levar uma proposta sem definição de metas de redução de emissão de gases à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), em Copenhague, no próximo mês.
A reunião de ontem entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sete ministros, representantes de ministérios, da delegação que vai a Copenhague e do setor de energia elétrica, destinada a buscar um consenso para a proposta brasileira, avançou pouco. Os ministros preferiram pedir mais tempo e marcar um novo encontro, no dia 14.

Consenso mesmo só quanto à redução da derrubada da floresta amazônica, o que poderá alcançar 20% menos de emissões em 2020. O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, informou que sua pasta incentivará o plantio direto de grãos em substituição ao arado, a recuperação de 50 milhões de hectares de áreas degradadas e o fim da queima da palha da cana-de-açúcar na colheita a partir de 2018. São objetivos que podem reduzir as emissões.

O Ministério do Desenvolvimento informou que lutará pelo selo "aço verde", fazendo com que as siderúrgicas só usem o carvão vegetal, com reposição de 100% das árvores.

CREDIBILIDADE

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que chefiará a delegação brasileira em Copenhague, disse que dificilmente será definida uma meta de redução de emissões na próxima reunião ministerial. "Pode ser que no dia 14 a gente não apresente o número diretamente, mas apenas as medidas, até porque o número tem de ter credibilidade." A ministra falou explicitamente em proposta que formaria um "esforço voluntário do Brasil". Dilma estava ao lado do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que defende meta de redução de emissão de gases de 40% e crescimento econômico de 4% ao ano até 2020, uma forma de segurar os gases de efeito estufa. Dilma não concorda. A candidata à sucessão de Lula defende crescimento de 5% a 6% ao ano. Isso, reconheceu a ministra, poderá fazer com que as emissões aumentem um pouco.

Na área de produção de energia, o Brasil se considera o melhor. Tabelas do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, indicam que, no setor elétrico, o País lidera o ranking dos que menos emitem gases do efeito estufa. Nesse quesito, enquanto o Brasil é responsável por 2,5% das emissões, os EUA respondem por 22% e União Europeia por 9%. Porém, quando são avaliadas as emissões totais, o Brasil ocupa a quarta posição entre os maiores emissores - e o desmatamento tem o maior peso.

Apesar de a reunião de ontem não ter estabelecido metas, Minc se disse muito otimista quanto à proposta brasileira. Ele evitou falar em porcentuais. "Não dá para falar ainda. Mas tenho certeza de que o Brasil apresentará a proposta mais avançada entre todos os países em desenvolvimento." Eufórico com o que acha que vai conseguir com Lula e seus colegas, chegou a profetizar: "O Brasil vai salvar Copenhague". Mesmo se não apresentar metas, mas só uma carta de intenções ou esforço voluntário, o Brasil pode ter vantagens sobre outros países em desenvolvimento. A China, por exemplo, não quer se comprometer com números nem propostas.

http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/11/04/pais+deve+abandonar+meta+ambiental+9015912.html

Quase 90% da madeira extraída no PA tem origem ilegal

Segundo um estudo realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), no Pará, cerca de 90% da madeira extraída no Estado é explorada sem autorização legal, segundo afirma o jornal Folha de S. Paulo deste domingo.

Segundo o jornal, é a primeira vez que é feita uma estimativa sobre a retirada de madeira ilegal no País, uma vez que até o momento não era clara a quantidade extraída ilegalmente.

Os dados levantados pelo relatório da Imazon são oriundos de imagens de satélite de 2007 e 2008 e mostrariam atividades ilegais, até mesmo, na retirada de madeira legalizada.

Segundo o engenheiro florestal André Monteiro, co-autor da pesquisa, disse à Folha, "fica claro que o Estado não tem controle fiscal suficiente da extração". A ONG pretende ainda comparar os dados com o total de madeira retirada em cada região do Pará, para estimar o volume da extração clandestina.
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4088487-EI8139,00-Quase+da+madeira+extraida+no+PA+tem+origem+ilegal.html